quinta-feira, 23 de maio de 2019

DESAFIO UMA T-SHIRTS MURAL PARA CADA DIA. 👉 DIA 29

Por Fabíola Bezerra

Retomamos as visitas e hoje realizamos o vigésimo nono dia do desafio. Visitamos a Biblioteca Dr. Juarez Bastos, da Procuradoria da República do Estado do Ceará (PR/CE). Localizado na Rua João Brígido, nº 1260, no bairro Joaquim Távora. Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira de 10h às 17h.

“A Biblioteca da PR/CE foi criada na gestão do Procurador Dr. Fávial, Ribeiro (1968-1985) com a doação de um vasto acervo jurídico feita pela família do Dr. Juarez Bastos, cujo nome veio a homenageá-lo posteriormente”.

A biblioteca, de tipologia especializada, tem seu acervo centrado em Direito, possui ainda livros na área de Ciências Sociais. O acervo é composto com aproximadamente 7.500 livros, além de assinatura eletrônica dos Periódicos da RT online e Biblioteca digital Fórum. O sistema de automação da biblioteca é o Pergamum.

Além dos livros especializados, a biblioteca possui um pequeno acervo literário onde desenvolvem o projeto “Clube de Leitura”. Dispõem ainda do projeto “Biblioteca Livre” que funciona em uma sala fora da biblioteca, em outro andar do prédio, um ambiente bonito e agradável. Na hora do almoço uma grande mesa que faz parte da mobilia da sala é ocupada por alguns servidores para almoçar. Gostei da dupla função do espaço, cria um ambiente mais descontraído cujo livro faz parte desse contexto.

A chefia da biblioteca está a cargo da bibliotecária Sandra Muniz Ramos, conta ainda com bibliotecária Maria Mazarelo Rodrigues Pereira e uma estagiária de Biblioteconomia.

É sempre um prazer encontrar a Sandra Maria Muniz Ramos.798, amiga querida que tive a sorte de trabalhar na década de 90 na Biblioteca de Ciências e Tecnologia da UFC.

A T-shirts Mural que eu usei no desafio de hoje foi da Coleção Dinâmica de Informação: “DISSEMINE & DIVULGUE”.

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segunda-feira, 20 de maio de 2019

BIBLIOTECA É MUITO MAIS DO QUE PENSAMOS SER


Por Ana Luiza Chaves


Um espaço sem paredes, que vai além do que é em si. Desde sempre a biblioteca já é essa grandiosidade, porque cada frequentador leva consigo um pouco do que ela lhe ofereceu, disseminando com outros a partir de suas interações e convívios. 

Atualmente, com a amplidão das dimensões globais e com as imensas possibilidades que as comunicações oferecem nos mais diferentes canais, a atuação da biblioteca é exponencial. 


Pessoas têm informação a qualquer tempo em qualquer lugar, basta se conectar no seu dispositivo móvel. Outro ponto a se considerar, que contribui por demais com esse status quo, é o envolvimento das pessoas comuns junto às comunidades. Cada vez mais se vê ações que contemplam mais e mais pessoas. 

Essa dedicação e desprendimento em disponibilizar o livro e outras formas de acesso à informação junto à comunidade, melhora a vida das pessoas, entregando-lhes conhecimento, lazer e o prazer da leitura. 

Da mesma forma, a biblioteca ainda é necessária para manter registros históricos, obras raras, acervos do país, estados, municípios e instituições representativas. 

Da mais tradicional à mais artesanal; da mais abastarda de recursos à mais improvisada e desprovida, o fato é que elas resistem ao tempo, adaptando-se às necessidades de seus usuários e, junto delas, a pessoa do bibliotecário, que faz tudo acontecer, tendo, muitas vezes, colaboradores de outras áreas, que lhe auxiliam no dia a dia. 

Temos visto de tudo um pouco no desafio de visitar 35 bibliotecas. 

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

DESAFIO UMA T-SHIRTS MURAL PARA CADA DIA. 👉 DIA 28


Por Fabíola Bezerra

No vigésimo oitavo dia do desafio, visitamos a Biblioteca Justiniano de Serpa, da Academia Cearense de Letras (ACL). Localizado na Rua do Rosário, nº 1, no Centro de Fortaleza. Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira de 8h às 16h.

“A Academia Cearense de Letras, fundada em 15 de Agosto de 1894, é a mais antiga de todas as academias de letras do País, anterior mesmo a Academia Brasileira de Letras, fundada em 1897. Sua sede é o Palácio da Luz, possivelmente o mais antigo prédio público de Fortaleza, feito ao redor de 1781. Com palaciana arquitetura, foi a sede do Governo do Estado do Ceará, por mais de um século e meio”.

A biblioteca surgiu junto com a ACL, em 1894. “Em 1989, o então presidente da Academia Cearense de Letras, acadêmico Cláudio Martins, conseguiu do governador Tasso Jereissati o Palácio da Luz para ser a sede da Academia”. Da sua criação até a mudança definitiva para a sede atual, a ACL funcionou em outros locais, as trocas de sede levaram a perda de alguns exemplares do seu acervo, segundo afirmou a chefe da biblioteca, a bibliotecária Madalena Maria Monteiro Figueiredo. O acervo atual da biblioteca está em torno de 20.000 volumes. A área de concentração do acervo compreende essencialmente Literatura Cearense e História do Ceará. A biblioteca possui o software Biblivre, não disponibiliza empréstimo domiciliar, mas, como instituição cultural de utilidade pública é aberta ao público.

Madalena é uma simpática senhora conhecedora da História do Ceará, durante o tempo que lá estive, ouvi com atenção muito dos seus relatos históricos contados minuciosamente com detalhes e com datas precisas. Não sei afirmar exatamente se isso acontece pelo fato de ela trabalhar desde 1984. Porém, percebi que ela possui uma grande afinidade com o acervo e com a história pessoal de muitos dos autores dos livros do acervo.

A T-shirts Mural que eu usei no desafio de hoje foi da Coleção Biblioteconomia: “BIBLIOTECÁRIO”, (definição).


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segunda-feira, 4 de março de 2019

DIZEM QUE NO BRASIL O ANO SÓ COMEÇA DEPOIS DO CARNAVAL. SERÁ?


Por Ana Luiza Chaves 

Na verdade é mais uma falácia daqueles que alimentam o ócio improdutivo. Desde o primeiro dia útil do ano que as pessoas estão trabalhando, que as coisas estão funcionando. Manter essa cultura é, no mínimo, desrespeitar o país, contribuindo para o seu desprestígio em relação às demais nações. É também fomentar esse hábito junto aos jovens que ainda não adentraram no mercado de trabalho, e que ficam postergando essa ação até que "se inicie o ano". 

O País precisa de novos valores, novos hábitos, nova cultura, não bastasse a crise econômica que estamos enfrentando, ainda há quem repita feito papagaio que "o ano só começa depois do Carnaval." 

Tire a máscara, saia da folia e caia na real. O ano começou há mais de dois meses.


O contexto atual precisa de uma nova leitura. Vamos contribuir! 

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

VALE AINDA VALE?

Por Ana Luiza Chaves

Drummond já poetizou e profetizou o doce amargo de forma crítica há tempos, mas parece que nada mudou de lá para cá. Pessoas morrem, pessoas choram, animais agonizam, natureza reclama. 

Aqui, não interessa a posição da vírgula, se exclamação ou interrogação, nem tão pouco a análise gramatical, se verbo ou substantivo, o que interessa mesmo é a atitude a ser tomada e a posição de agora em diante. 

Vamos ver se a Vale ainda vale alguma coisa, ou se será apenas um vale, $abe-se lá de quanto... 

Desse jeito não, Vale!
Desse jeito não vale!
Vale, NÃO!
Vale vale?
Vale não vale, não!
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#otextoénosso #tragédiadebrumadinho

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

PARE! OLHE-ESCUTE!


Por Ana Luiza Chaves

As ordens da placa são a condição sine qua non para se executar um serviço de referência com excelência e qualidade.

Apesar de imperativas, são amigas, e só tendem a fazer o bem.

PARE! Desligue-se daquilo que estava fazendo antes, o momento agora é desse usuário que lhe procura.

OLHE! Momento de equilíbrio, de sintonia com o outro, olhe para dentro desse usuário e faça a sua leitura.

ESCUTE! Seja todo ouvidos! Escute o que ele tem a dizer com paciência, suas demandas, suas dúvidas, suas aspirações à informação, sobretudo, entenda o contexto.

Agora sim! Hora de executar! Mas, se for preciso, comece tudo de novo...

PARE! OLHE-ESCUTE! Essencial para a prática biblioteconômica.
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#otextoénosso #serviçodereferência
Texto inspirado em peça do Museu do Trem, na Estação Central Capiba, no Bairro de São José, Centro de Recife - PE, que contém a inscrição que dá título a esta postagem.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

VAMOS TRANSFORMAR O LINEAR EM CIRCULAR?

Por Ana Luiza Chaves 


Nada contra a linearidade, ela, por muitas vezes é fundamental, é lógica e, às vezes, a única opção. Há coisas que se iniciam, vão em frente e são concluídas, sem possibilidade de retorno, de conserto. O processo segue e não tem como voltar. 

Já com a circularidade, há sempre a condição de recomeço, ou pelo menos de revisão, de checagem. Em alguns casos é, naturalmente, cíclico. 


Se o contexto é de linearidade, a saída é seguir em frente, mas, é sempre bom fazer uma nova leitura para enxergar a possibilidade de circularidade, o tal círculo virtuoso, que faz a vida, o trabalho e as coisas melhorarem. 

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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

TEMOS CLIENTES, QUE BOM!


Por Ana Luiza Chaves

Todo mundo é cliente de alguém e tem alguém como cliente. Sempre recebemos de alguém e passamos para alguém, seja na empresa que trabalhamos, reforçando a ideia de cliente e fornecedor interno, seja no mercado, comprando e vendendo. 

Nas bibliotecas e nos centros de informação e documentação não é diferente. Temos que estar bem atentos às necessidades de informação, para atender conforme o perfil de cada um, fazendo um bom trabalho de escuta. Saber ouvir e fundamental, assim gomo saber perguntar, pois, muitas vezes, o próprio cliente ainda não sabe o que quer e, neste caso, o feedback positivo vai fazer toda a diferença para alcançarmos o objetivo. 

No Dia do Cliente, vale o aviso de estarmos sempre abertos para atendermos bem ao nosso cliente, pois sem ele as portas podem se fechar. 

Temos clientes, que bom! 




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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

MUSEUS E BIBLIOTECAS MOSTRAM QUE SOMOS O QUE FOMOS

Por Ana Luíza Chaves e Fabíola Bezerra

Na última semana, a imprensa escrita, falada e televisiva, bem como as mídias sociais, tiveram como assunto de pauta principal o incêndio do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. De repente, os museus, de um modo geral, saíram do “anonimato” e do “esquecimento” e viraram assunto do dia.


Políticos, instituições, profissionais, todos, de um modo ou de outro, manifestaram sua opinião, sua indignação ou a sua indiferença ao incêndio. O acidente virou manchete na imprensa internacional e deixou muitos brasileiros envergonhados pela imagem de descaso público perante um importante bem histórico e cultural do país.

Como um efeito cascata, museus pelo Brasil afora foram vistoriados e laudados, validando o que os museólogos já sabiam: a maioria deles está com prazo de validade vencida. Como por encanto, ou mágica, o que era esquecido virou manchete, as “velhas reivindicações” foram resgatadas, muitos se “livraram” da culpa, pois em algum momento do “passado” tinham registrado a situação de perigo e de abandono do Museu Nacional.

Quando virou pauta do dia e autoridades foram pressionadas por soluções e/ou reparações pelos maus tratos e descasos, fiquei na expectativa e na esperança de que as bibliotecas públicas, além da Nacional, óbvio, fossem incluídas nas instituições que merecem atenção e cuidados emergenciais e/ou especiais.

Em fevereiro deste ano, um incêndio atingiu uma sala no terceiro andar do prédio da Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco, no campus Recife.

Uma biblioteca pública do Maranhão, o Farol do Saber, na cidade de Cidelândia, a 640 km de São Luís, também pegou fogo, consumindo livros e móveis, na madrugada do sábado que antecedeu o domingo do incêndio do museu.

A reforma da fachada do prédio da Biblioteca Nacional, que trouxe de volta as características originais do prédio com o reparo nas janelas de madeira, além da pintura e da limpeza da cúpula de cobre, foi um avanço para preservação do patrimônio histórico e cultural do Brasil. A instituição, como o Museu Nacional, é a maior da América Latina e é referência nacional e internacional para a preservação do patrimônio bibliográfico e documental.

Arquivos e biblioteca também foram destruídos no incêndio do Museu Nacional, a Seção de Memória e Arquivo do Museu Nacional/UFRJ, o Centro de Documentação de Línguas Indígenas, e a Biblioteca Francisca Keller, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social.

Não estamos mais em tempos de queimar livros por decisão, como em Alexandria, Granada e Louvain, mas também não podemos deixar que sejam incendiados por indecisão e falta de ação preventiva.

Analisando a humanidade com um pensamento estritamente histórico, nós somos o que fomos. Um pouco de todos nós se perdeu nas chamas do incêndio do Museu Nacional, perdas irreparáveis.

Como conhecer a nós mesmos sem as fontes arqueológicas, documentais e bibliográficas?

Todo cuidado é pouco!
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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

INDEPENDÊNCIA

Por Ana Luiza Chaves

Independência!
Será? Onde está?
Fazendo a leitura, ainda há pendência,
Pendência de saúde, de educação, de habitação...
Ainda há tráfico de influência,
Ajeita daqui, ajeita dali, você sabe com quem está falando?
Herança colonial, fardo ainda atual e com muita fluência,
Deixemos de lado, não consideremos.
Consultando o cerne da questão, a veia da essência,
Resta-nos buscar mais, sempre mais,
Cada um no seu contexto, com consciência e paciência.
Contribuir, dedicar-se e construir,
Seja na sociedade, na ciência ou na docência...
Todos são uma nação, não a deixemos na mão,
Nada de resistência, violência, nem maledicência,
Se a cada dia edificarmos, a cada dia é de ficarmos
Com mais liberdade, mais plenitude, mais independência.
Povo heroico e de braço forte,
Esbanja benevolência e obediência.
Burrice? Panaquice?
Não. Sabedoria! Inteligência!
Com passividade, sem arbitrariedade, queremos:
Do político, eficiência!
Ouve o nosso brado silencioso.
Do governo, consistência!
Somos filhos que não fogem à luta.
Do mundo, evidência!
Somos gigantes pela própria natureza.
Uma nova leitura, Independência!



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#Otextoénosso #IndependênciadoBrasil